Quem é do Méier… conhece o local. Estive lá numa sexta-feira e pude conferir o serviço simples e honesto dos caras, pelo menos no balcão. A mulherada já deve estar pensando – mas de salto não rola ficar em pé. Bom, é só pedir uns banquinhos para descansar quando o salto apertar, principalmente se você sair direto do trabalho. Mas não caiam na besteira de empresstar o banquinho, porque ele não vai voltar.
O vinho é um caso a parte. Todos sabem que sou chegada a um vinho vagabundo, daqueles bem doces e baratos. Experimentei o vinho tinto suave geladinho, que desce que é uma beleza. Para a galera que não está acostumada a apreciar a bebida, recomendo cuidado.
Por favor, se estiverem acompanhados parem na segunda garrafa. Se gostam de vinho tanto quanto eu, recomendo diminuir o ritmo na terceira garrafinha. A garrafa do vinho produzido pela própria Casa do Bacalhau custa R$10 e eu garanto que vale.
A especialidade da casa também não fica atrás. O bolinho de bacalhau é uma delícia. Sequinho, o aperitivo apresenta bacalhau de verdade. Não é como uns e outros que são bolinhos de BATATALHAU. O azeite torna tudo irresistível.
Só senti falta de música. Por mais que seja um bar anexo ao restaurante, com aperitivo e vinho ficou faltando uma musiquinha, nem que fosse ao fundo só para embalar as conversas. Ah, dá para ir de carro, pois tem lugar para estacionar. Mas como sempre: se for beber, não dirija e pegue um táxi. Não quero ver meus amigos virando recheio de veículos por aí hein…
Prós
- Vinho gostoso e barato
- Bolinho de bacalhau com bacalhau de verdade
Contras
- Falta uma musiquinha por lá
Servição:
Casa do Bacalhau do Méier
Rua Dias da Cruz nº 426, Méier – Rio de JaneiroTelefones – (21) 3822-8200 – Fax: 2593-9389 Horário de funcionamento: 09 ás 24:00 – Balcão / 11:00 ás 16:00 – Salão á quilo / 11:00 ás 24:00 – Á La Carte
e-mails: contato@casadobacalhaudomeier.com.br, casadobacalhau@click21.com.br Oldskool – The Anomalies
Hoje recebi uma notícia muito desagradável. Ao receber tal notícia, fiquei anestesiada por algum tempo e não acreditava no que tinha ouvido. Ao chegar em casa chorei sua morte.
O mundo hoje se despede de seu ícone, do Rei do pop, de um cantor magnífico que nos deu muitas alegrias com seu jeito de cantar e um estilo novo de dançar.
Um cara simples, com problemas físicos e emociais.
Um cara que foi alvo de reportagens sensacionalistas e alvo de famílias querendo uma pequena quantia de sua fortuna, alegando que crianças teriam sido molestadas por Michael… pelo meu tio Michael.
Um cara que aprendeu muito com sua carreira e com amizades como Paul Mccartney.
Um cara frágil que passou por várias cirurgias, umas para corrigir o rosto de queimaduras que sofreu durante uma gravação de um comercial e outras por causa de um problema no nariz devido a uma cirurgia má sucedida. Fora o Vitlígo que é uma doença ligada ao estresse emocional.
Meu ídolo, meu tio Michael morreu com 50 anos.
De uma infância sofrida, uma adolescência preconceituosa, fase adulta bem sucedida até o caos do fim de sua vida que o levou à morte.
Hoje, Michael Jackson, um cantor que marcou épocas – décadas de 70, 80 e 90 – Rei do Pop, Cantor magnífico, Figura popular, comparado a Elvis Presley, passa a fazer parte de nossas lembranças. Para os fãs previlegiados que compraram os igressos para sua turnê de despedida será uma lembrança e tanto.
Em memória do Tio Michael.
Que Deus o acompanhe Michael.
You are not alone
Os 50 anos do Rei do Pop
Hoje à 00:30 no canal GloboNews
Dicas de músicas
Ben
Off the Wall (1979)
Don’t Stop ’til You Get Enough
Rock with You
Thriller (1982)
Wanna Be Startin’ Somethin’
Thriller
Billie Jean
Bad (1987)
The way you make me feel
Another part of me
Dirty Diana
Leave me Alone
Dangerous (1991)
Dangerous
In the closet
Heal the world
Keep The Faith
Will You Be There
History (1995)
Scream
They Don’t Care About Us
Stranger in Moscow
Money
Come Together (Lennon/McCartney)
You Are Not Alone
Smile
O Le Brants fica em Botafogo e concentra um rodízio que mistura comida boa, preço acessível, jeito de bar, e organização de lugar de primeira.
Como casal, ou em grupo, é possível comer bastante pizza, crepe ou massas em geral sem ter q se incomodar em ficar chamando o garçon.
O ideal é ir num horário em que o lugar está começando a encher e não quando ele estiver vazio, principalmente, se estiver com um amigo e queira conversar. Isso porque o garçon precisa esvaziar a bandeja e só terão vocês para consumir.
O coitado do amigo que me companhou nessa empreitada chegou num momento de pedir “pelo amor de Deus” para pararem de oferecer Quiches. De resto, o lugar é bem bacaninha.
No cardápio
Quiches, pastas, pizzas, e crepes para todos os gostos Bebida
Refri ou suco de refil Informações Le Brants
Prós
- Perto da estação de metrô do Flamengo, isso significa que dá para ir e voltar sem se preocupar com a Lei Seca
- Preço justo. O rodízio não custa tão barato que beira a desconfiança e nem tão caro para dar arrepios
- Pizza de massa fina. Em um rodízio é importante a massa continuar fina, ou não há condições de provar todos os sabores
- Refil de bebida. Não ter que pagar a cada copo, ou lata de refrigerante/suco é muito bom
Contras
- Quiches: não gostei de nenhuma
- Banheiro: muito pequeno, para as mulheres que precisam levar bolsa e outros apetrechos
- Som ambiente: ouvir a cada 30 minutos a mesma música, ou ver o mesmo dvd a cada hora não dá
Um filme de mulher para mulher. Esta poderia ser a definição sobre o Divã, com Lilian Cabral como protagonista, a Mercedes. Leve e de linguagem corriqueira, o filme conta sobre os dilemas de uma mulher que se redescobre em um casamento estagnado. Quem ainda não passou por um momento de reflexão como esse, pode esperar que ele chegará.
Entre o marido carinhoso, mas sem paixão,e a necessidade de abrir os olhos para um novo mundo, Mercedes passa por várias aventuras emocionantes, apaixonantes, mas principalmente desafiantes. Encontrar amor e sair machucada de uma relação, aprender a conviver com a saudade de uma amiga fiel e ter coragem para seguir outra profissão após a estabilidade financeira. Experiências que nem todos nós iremos vivenciar, mas que valem ser sentidas através da personagem.
É melhor levar um lencinho para segurar a onda das frases de efeito e da lágrima reprimida diante do leito de morte da amiga. Mas, o filme também é uma injeção de ânimo para quem acha que viver é apenas passar pela vida como espectador.
Eu recomendo.
Prós
- Gianechini, que está melhorando nessa história de atuar
- Cabeleireiro da Mercedes, que cede a cada desejo criado a partir de mais uma mudança na vida dessa mulher
- Os cortes entre passado e presente são muito bem feitos
- A trilha sonora. Rapte-me camaleoa é a música que começa e encerra a película
Contras
- Mullet do Meyer no casamento. A caracterização dos atores no passado podia ser melhor.
- Alguns trechos dos diálogos são forçados demais, principalmente quando ela está entre as pessoas mais jovens
Ainda que a obra “A via Láctea” (Lina Chamie, Brasil, 2007) tenha como argumento um tema corriqueiro nas produções cinematográficas – a relação amorosa de um casal – a narrativa destaca-se pelo enredo (des)construído via um audacioso processo de montagem e, principalmente, solidificado num roteiro criativo que a todo tempo se aventura pelo universo da literatura, desafiando e convidando o espectador a dialogar com os incidentes da subjetividade humana.
O uso da montagem como elemento desencadeador dos tempos passado-presente-futuro, e mesmo de um presente-imaginário, vai além de um recurso técnico: é uma ferramenta poética que representa toda a fragmentação do personagem principal da estória, Heitor(Marco Rica), cujo o processo de perda de sentido(de si mesmo e do mundo) é disparado depois de uma discussão – via telefone – com a sua namorada Júlia(Alice Braga).
A seqüência inicial do filme, Heitor perdido em seus pensamentos e desnorteado num ambiente urbano que lhe é familiar, é a apresentação de toda a tônica que norteará a narrativa: o uso da câmera como ponte entre o espectador e os conflitos de Heitor (é uma câmera que sugere movimento, ora subjetiva ora observadora, que alicia e subverte), o uso do som como “segundo narrador” de uma “outra estória” – o que se escuta não é o que se vê – e a constante repetição dos planos, montados às vezes seqüencialmente, às vezes alternados em cenas não lineares, representando a simples magia do cinema imagem em movimento: tudo depende do que está antes e do que vem depois.
Nesta lógica do discurso não-linear, talvez tenha sido o uso de pouco mais de cinco palavras ordenadas tragicamente a frase de maior impacto e relevância na trama, ainda que seja lugar comum no cotidiano de todos: “Já nem sei se te amo mais”, proferida com desleixo por Júlia, é a mola propulsora de duas construções (a primeira, no plano narrativo-emotivo, a segunda, no plano técnico-estético): por um lado, a identificação imediata do espectador com o personagem Heitor e, por outro, a legitimação da linguagem da montagem descontínua – afinal, o desamor é sempre um rompimento que desnorteia e, por sua vez, causa comoção e solidariedade.
Uma vez iniciado este processo de eterna queda e perda de controle, pois Heitor afunda nos seus medos e dores a cada corte do filme, o espectador é também cerceado e apresentado às mazelas de uma cidade que engole com seus ruídos, com sua poluição, com seu caos: ninguém está imune e todos são violentados. Em “A Via Látea” é subliminar a idéia de que viver é, antes de qualquer coisa, uma luta pela sobrevivência e o personagem em questão definitivamente não é o único que sofre neste mundo.
Neste universo vertiginoso de um vai-e-vem de lembranças e especulações promovido por Heitor há também espaço para a leveza e a descontração. Contudo, ambas estão diretamente relacionados com Júlia, nas suas falas, nas suas brincadeiras, na sua juventude, no seu desapego; Heitor, por sua vez, é sempre o denso, o obscuro, o preocupado, o ciumento. Aqui se destacam duas coisas: uma reflexão sobre a questão da idade, atribuindo ao personagem claramente “mais velho” uma personalidade mais “pesada”, cheia de cansaço e desconfiança, contraposta a um personagem “mais novo”, que desfila na tela a espontaneidade e a vitalidade da juventude. Em segundo plano, também uma brincadeira com o jogo dos estereótipos, pois no filme cabe ao homem a insegurança e o ciúme, características geralmente associadas ao comportamento feminino.
A narrativa tensa e conflituosa é também representada num constante embate entre emoção e razão, ramificado por uma desordem visual proposital que une arte e ciência, poesia e pragmatismo, imaginário e real, Heitor e Júlia; na tela vê-se versos, ovelhas, mendigos, campo, congestionamento, declarações de amor, rompimento. Tudo junto e descontínuo, tudo fragmentado, tudo parte de um processo cognitivo que o espectador cria junto com Heitor e, no fechar dos olhos, conclui sem ele. É neste momento que Júlia, a outra parte do todo apresentado, assume a construção do narrado: a seqüência final é linear, cronológica e descritiva. Mas não menos poética, porque o espectador que chegou até ali tinha compartilhado com Heitor sua poesia e a poesia de Heitor sempre foi Júlia.
Faz um tempo que não vou a festa Paradiso, mas sei que é uma das poucas festas que me agradam.
Pena que o lugar – Casa da Matriz – deixou a desejar um pouco por descuido dos donos com tanta casa pelo Rio de Janeiro para administrar.
A festa acontece todos os sábados e é comanda pelos djs Edinho e Tito no primeiro andar e no segundo andar sempre varia a festa da pista. Dependendo do dia você precisa alternar as duas pistas o que é bem legal, embora a pista 1 consiga prender mais pelo estilo do Edinho e Tito. O legal da festa é que tanto Tito como Edinho estão sempre apresentando coisas novas ao público.
Em relação a bebida, eu não sou uma ótima pessoa a dizer sobre isso, mas segundo alguns amigos meus dizem para optar pelas cervejas que são gostosas e tem um preço bom, já os drinks não são bons e não valem o preço.
Prós da festa
- pop-rock-soul-electro-indie
- Djs
- Pessoas entre 25 à 45 anos
Contras da festa
- Dependendo da festa do segundo piso é chata
Prós do Lugar
- Lugar bastante descontraído
- Cervejas (Bohemia, Stella Artois e Erdinger)
- A decoração às vezes muda dando espaço a artistas desconhecidos como grafiteiros
- 2º piso tem uma lojinha de roupas bem bacanas
- R$ 30,00 a 60,00 (se for comprar alguma peça de roupa, precisa ir munido de grana).
Contras do Lugar
- Drinks
- Quente depois de um certo número de pessoas
- Fliperama com defeito
- Espaço mínimo para fumantes (por mim seria um prós, mas estou pensando nos fumantes, risos)
Depois de ter a data de estréia adiada várias vezes por conta da dificuldade de encontrar um lugar para ser rodada a cena da batalha onde o Claus Von Stauffenberg perde o olho e a mão, ou por causa do tratamento químico errado dado ao negativo, que levou a equipe a refazer algumas cenas, atrasando ainda mais a estréia do filme, finalmente Bryan Singer conseguiu finalizar o tão esperado Operação Valquíria com participação de Tom Cruise e Kenneth Branagh.
Com base na história real do Coronel Claus von Stauffenberg, interpretado por Tom Cruise, que se interessou pelo papel depois de ter visto as semelhanças físicas entre eles, numa foto verdadeira do Coronel, o filme mostra a mais famosa tentativa de assassinato de Adolf Hitler.
Claus von Stauffenberg, ficou conhecido como o oficial alemão mais jovem ao chegar ao posto de Coronel, e por armar o atentado contra Hitler. Acreditava que os interesses de seu líder não eram bons para os interesses da Alemanha e do mundo.
A história em si é meio fraca, mas o filme se torna interessante pelo trabalho de Singer e sua equipe. Obra de muito estudo, deixando o filme impecável na reconstrução de figurinos e cenários. Acho que Bryan Singer dirige melhor os filmes que não são de mega produções.
A fotografia tem assinatura de Newton Thomas Siegel que fez um belíssimo trabalho em Irmãos Grimm.
Nota
Sinopse
2ª Guerra Mundial. Claus von Stauffenberg (Tom Cruise) é um coronel que retorna à Alemanha gravemente ferido, devido à guerra na África. Ao chegar ele se envolve em uma conspiração para acabar com o governo local, que tem por objetivo matar Adolph Hitler (David Bamber). O objetivo do grupo é pôr em prática a Operação Valquíria, um plano já existente que prevê a implementação de um governo que conduza a Alemanha após a morte de seu líder. Aos poucos o coronel Claus ganha destaque na organização, sendo encarregado para que cometa o assassinato de Hitler.
Cenas que ficam pra história: Reverência do Coronel Claus von Stauffenberg sem a mão ao General Friedrich Fromm.
Algumas curiosidades
# Inicialmente o Ministro de Defesa da Alemanha não queria permitir que ocorressem filmagens no Bendler Block. Foi apenas após a intromissão de Tom Cruise e do roteirista e produtor Christopher McQuarrie que a autorização foi concedida.
# Onze extras que interpretavam soldados de Wehrmacht sofreram um acidente ao caírem de um caminhão em movimento. Um deles sofreu uma contusão séria nas costas, enquanto que os demais sofreram arranhões e hematomas.
# O ator Tom Cruise veio ao Brasil para auxiliar na divulgação do filme.
# O orçamento de Operação Valquíria foi de US$ 75 milhões.
# Segundo filme da United Artists desde a volta como estúdio tendo parceria entre MGM, Tom Cruise e Paula Wagner.
Baseado no conto de F. Scott Fitzgerald, o filme conta a história de Benjamin Button, um homem incomum que nasce velho à beira da morte e ao longo de sua vida vai rejuvenescendo numa dramática inversão do ciclo da vida.
O filme é… bom, nada extraordinário, a não ser pelos efeitos visuais, maquiagem e direção de arte que garantiram os 3 Oscars. O curioso mesmo é entender como conseguiu 13 indicações ao Oscar.
Será que Steven Spielberg em 90 – cotado para dirigir o filme na época – faria um filme com menos horas sem querer desmerecer o trabalho do grande diretor David Fincher. Acho que ele pecou com algumas cenas que não acrescentaram em nada no filme o que talvez teria sido mais rico para o livro.
A história de início não tinha me interessado, apenas dei um crédito por saber da participação da atriz Cate Blanchett, mas que nesse filme fez um papel comum como muitos que ela já interpretou.
Uma coisa eu concordo que o papel caiu bem em Brad Pitt, acho que Tom Cruise e John Travolta (dois dos atores cotados para o papel) não passariam o carisma que o ator Brad Pitt conseguiu passar. No entanto, não acho que merecia uma indicação ao Oscar
Se você tem curiosidade de ver esse filme que teve tanto marketing em cima, espera sair para locação ou até mesmo passar na tv à cabo, acredito que vai valer mais, mas não espera por um grande filme.
Nota
Sinopse
Nova Orleans, 1918. Benjamin Button (Brad Pitt) nasceu de forma incomum, com a aparência e doenças de uma pessoa em torno dos oitenta anos mesmo sendo um bebê. Ao invés de envelhecer com o passar do tempo, Button rejuvenesce. Quando ainda criança ele conhece Daisy (Cate Blanchett), da mesma idade que ele, por quem se apaixona. É preciso esperar que Daisy cresça, tornando-se uma mulher, e que Benjamin rejuvenesça para que, quando tiverem idades parecidas, possam enfim se envolver.
# O conto de F. Scott Fitzgerald, no qual O Curioso Caso de Benjamin Button foi baseado, foi inspirado na famosa frase de Mark Twain: “A vida seria infinitamente mais feliz se pudéssemos nascer aos 80 anos e gradualmente chegar aos 18″.
# Na década de 90 Steven Spielberg esteve cotado para dirigir este filme, com Tom Cruise como protagonista.
# Em 1998 Ron Howard esteve cotado para dirigir o filme, com John Travolta sendo o protagonista.
# Rachel Weisz foi sondada para interpretar Daisy, mas não pôde aceitar o papel devido a conflitos de agenda com outros filmes em que estava comprometida.
# Brad Pitt precisava de 5 horas diárias para concluir a maquiagem necessária para Benjamin Button.
# O diretor Danny Boyle decidiu adiar Solomon Grundy, um projeto pessoal, por considerar a história muito parecida com a de O Curioso Caso de Benjamin Button.
# O orçamento de O Curioso Caso de Benjamin Button foi de US$ 150 milhões.
Shortbus é um filme fabuloso com direção e roteiro de John Cameron Mitchell. Anteriormente em 2000, ele estreou como diretor, transformando sua peça da Off-Broadway Hedwig and the angry inch em filme.
Shortbus se passa em NY com canções compostas pela banda Yo La Tengo e fotografia de Frank G. DeMarco. Muitas críticas sendo elas boas ou ruins contam o início do filme, o que é péssimo, porque tira um pouco do encanto do filme e a originalidade ao descobrir tais cenas ao começar a assistir o filme.
O filme retrata o sexo de uma forma saudável, sem pudor e tem até o bom humor de Mitchell.
“Queria usar o sexo como a música em “Hedwig and the angry inch”, uma metáfora para revelar os personagens sem usar palavras. Por isso não se pode comparar “Shortbus” a um filme pornográfico. Poucas pessoas se excitam sexualmente ao vê-lo, e, quando isso acontece, é algo periférico. A idéia não é chocar ou excitar. Quando ele termina, a última coisa em que se pensa é no sexo. Como no fim de uma relação boa. Diferente do que se sente após ficar apenas uma noite com alguém”. John Cameron Mitchell
Sinopse
Sofia (Sook-Yin Lee) é uma terapeuta de casais que nunca teve um orgasmo. Entre seus pacientes estão James (Paul Dawson) e Jamie (PH DeBoy), que mantém uma relação que começa a dar passos maiores. Há ainda Severin (Lindsay Beamish), uma dominatrix que mantém sua vida em segredo e não se abre para as pessoas. Eles se encontram regularmente no Shortbus, um clube underground onde arte, música, política e sexo se misturam.
# Durante a seleção do elenco todos os candidatos tiveram que gravar um vídeo de 10 minutos em que descreviam uma experiência sexual importante que tiveram. O diretor John Cameron Mitchell gravou cerca de 500 destes vídeos.
# Para deixar os atores mais à vontade, o diretor John Cameron Mitchell e os cinegrafistas ficaram nus ao rodar a cena da orgia.
# Os participantes da cena da orgia são creditados como “sextras”, ao término do filme.
# Exibido na mostra Midnight Movies, no Festival do Rio 2007.
# Exibido no dia 4 de fevereiro de 2009 às 20h:10 no cinema Unibanco Arteplex em Botafogo – Rio de Janeiro pelo Movie Mobz
Adorei saber que abriram uma filial em Copacabana na rua Francisco Otaviano no antigo bingo Arpoador. Lembrava que era uma das melhores pizzas que eu já havia comido, então fui lá conferir com a minha namorada.
Chegando lá tive uma surpresa boa, além de pizzas tinham massas, saladas, entradas e até sistema de refrigerante refil.
Estava tudo indo muito bem até que o garçom levou quase 30 minutos para me atender. Pensei, “cara não vou me irritar, vim aqui com a minha namorada para comer, aproveitar o momento e sair daqui feliz”.
Depois de 30 minutos vem o garçom e para minha surpresa não tinha coca-cola, somente produtos da Brahma como Pepsi, Guanará, entre outros refrigerantes.
Pedi um guaraná zero. Achei que estava demorando e resolvi perguntar ao garçom o porque da demora. Eu e minha namorada tivemos um susto quando ele respondeu: de 7 a 17 minutos para chegar o refrigerante.
Aí pensei, imagina quando for vir a pizza, 40 minutos???
Para, para tudo! Não dá para contar mais nada…
Enfim, comi bem, estava excelente como sempre.
Prós
- Pizza muito boa mesmo!
- Vale a pena comer lá, achei o preço bom!
- R$ 35,00 – R$ 100,00
Contras
- Atendimento péssimo! Se você se irrita com isso, nem vá!
- Não vende Coca-cola!
- A pizza de calabresa de lá vem com azeitonas verdes! Quem não gosta lembre-se de pedir para tirar.
- Sistema de refil é péssimo, não é igual ao do Outback, que nem esperam você pedir, já vem com o refil na mesa.
- O restaurante fecha cedo e mesmo que você esteja lá dentro eles param de servir.